
Ars Longa Vita Brevis
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Descrição
Nesta bela homenagem, Pedro Lopes Adão evoca a escrita «laminar» e as «violentas pulsões de cor». Se bem que o autor não nomeie nenhum poeta, no entanto, as influências de várias poéticas estão presentes, mas de forma discreta, contribuindo para a sua voz, singularíssima, no panorama da actual jovem poesia portuguesa.
Do prefácio de Maria João Cantinho
Pedro Lopes Adão (n. 2001, Porto) começou a sua carreira na escrita aos 15 anos de idade, principiando a sua jornada com a poesia que, mais tarde, se estendeu para a crítica literária. Já teve oportunidade de colaborar com diversos meios de divulgação cultural, como a revista Devaneio, de que é membro da redação, a Comunidade Cultura & Arte, a Revista Kametsa, a Revista Mirada, o Ruído Manifesto, etc.
Após ingressar na Faculdade de Letras da Universidade do Porto foi convidado a se dar a conhecer na Revista Alegre e a integrar a antologia ‘’110 Anos, 110 poetas” (org. Isabel Morujão).
Entretanto já publicou: Palavra em Queda, ed. Glaciar (2022) e Os Amorosos & Os Odiados, ed. Lema d’Origem (2023).




