Edições

Escrito na primeira pessoa, sendo o narrador a própria heroína, este "romance de uma mulher de vida fácil" conta-nos a história de Inês, uma prostituta dos anos setenta de um cabaret da moda, que a vida vem a tornar culta e "filosófica".

 

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Um velho. Uma velha. A horta. Os passos. A casa. Outros velhos. Uma escada. Trinta e quatro degraus. Entre a terra e o céu, o silêncio.

 

 

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Quando analisamos os nossos desafios atuais, encontramos sempre similaridades e paralelos na mitologia, com os seus Deuses, Deusas e Heróis nos fornecendo ensinamentos milenares, poéticos e encantadores.
São esses ensinamentos e essa poesia que aqui se lêem com um enorme encanto.

 

 

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Neste livro de contos breves em que Deus ocupa uma posição transversal, Alberto Pereira narra as vivências caóticas de várias personagens.

 

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"Esta é a história de Mateus, um homem do norte a quem um drama camiliano levou a um périplo pelo mundo, uma descida aos infernos, alguma possibilidade de redenção, uma ascensão ao sucesso (exterior, pelo menos), um reencontro com os seus: os que tinha achado e, sobretudo, os que tinha perdido. Felicidade, infelicidade, culpa, crime, redenção. É também, porque romance é, a história de Leonor e de Pipo e de Gérôme e de Elvira e de, e de, e de. O que mais dizer? É o primeiro romance de António de Souza-Cardoso - e é um livro puro, como só os primeiros romances sabem ser."

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Este é o segundo romance de Afonso Valente Batista. Em 2013, editou O Muro, celebrado como um dos mais notáveis romances sobre a Guerra Colonial publicados nos últimos anos. 

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Morremos porque nos matam de abandono neste país abandonado. De quantos dias é feita a solidão? De quantas semanas, de quantos meses, de quantas horas? Num tempo em que o abandono dos velhos às garras da doença já pouco é notícia, aqui se apresenta o relato duro e cru do tempo vivido nesse abandono. Meses, semanas, dias ou horas - toda a solidão dói quando não há quem nos afague a morte.

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Neste diálogo de dois filósofos loucos, que divertem e intrigam sobre o comportamento humano, Frank, recorrendo a lendas mitológicas, vive agora um grande amor, ao mesmo tempo que cobra resultados e exige performance nos limites extremos de cada um, não aceitando nada menos do que a superação individual em tudo o que cada um se propõe a ser, executar ou parecer...

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Num jogo interessante e divertido, misturando sonho e realidade num mundo ora real ora irreal, Frank e o seu inseparável conselheiro, Karl, vivem e discutem as características típicas das pessoas: pitorescas, divertidas ou doentias. Frank e Karl falam. E a cada nova frase, divertem-nos, fazendo-nos pensar.

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Dizem que a memória costuma ser ficção. E que a ficção não passa da soma de memórias inventadas. Neste livro, a ficção é a memória mais fiel de um acontecimento extremo que salvou um grupo de soldados. Era a Guerra Colonial e, como tantos, também eles sentiam a vida a desaparecer lentamente até se apagar com um tiro. Só um muro - o Muro - os conseguiu salvar da loucura. Uma história imperdível.

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Frank e Karl falam. A peça acabou e o show continua. Antes? Depois? Entretanto? Frank e Karl falam. Sobre tudo e sobre nada, mas conscientes que cada termo deve ser entendido na sua total propriedade, que até o que pode parecer vazio está cheio de possíveis reflexões.

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